quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Reunião de faroleiros



Não é preciso um farol para ponto de encontro, por vezes as conjunturas da vida proporcionam outros cenários... Apesar de todo o romantismo que um farol sugere proponho que desta vez o ponto de encontro seja num lugar todo ele à beira mar... Dizem que apenas existem duas certezas na vida, a morte e que todos os rios acabam no mar, se a primeiro principio é indubitável a segundo é falacioso. Contrapondo o senso comum o rio Okavango desagua no deserto do Kalahari, desaparece sobre as suas areias....
Mas existe outra certeza, uma ilha é definida pela sua fronteira liquida a 360º ... Encontremo-nos numa ilha! A ilha não proporciona equívocos, desencontros, estamos lá cruzamos-nos, não há hipótese urgente de fuga... As ilhas também são faróis, referencias geográficas, e a um nível mais pessoal, referencias simbólicas, ponto de encontro inevitável no meio do deserto azul...
Proponho, ou antes, exijo, sexta-feira dezassete um encontro na tal ilha...para discutir coisas importantes como se a sangria está boa.. serei o faroleiro de serviço, não deixando apagar a chama do churrasco! Será que outro faroleiro aparece? Pelo sim pelo não deixo o mapa do tesouro.... Pelo menos um, se o seu barco naufragar por estes lados, há de aparecer... ;)

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