Férias… 2 semaninhas e meia para retemperar as forças e a sanidade mental, que isto da actividade parlamentar é mesmo para lamentar… 12 dias na paradisíaca ilha do Porto Santo a apanhar banhos de vento e nuvens. Enfim, não se pode exigir a perfeição. Confesso que é daqueles sítios onde é impensável não passar pelo menos um fim-de-semana no verão Só me falta entender o porquê deste inevitável retorno pois a nível de qualidade serviços e simpatia dos locais acho que ficava melhor servido em Cabul. Chamem-me exigente mas quando pago quase 25 Euros por um jantar, daqueles de prato grande e pouca comida, é que as poucas batatas e miniaturas de verdura não sejam ultracongeladas. A máxima “o cliente tem sempre razão”, Em Porto Santo é transformada em “o cliente que se cale bem caladinho porque à hora de jantar arranjar mesa num restaurante é mais difícil que encontrar uma virgem numa montra do red light district de Amesterdão.”. Ok, sou masoquista!
Mas há coisas pelas quais vale a pena o inevitável retorno… a companhia dos amigos, uma praia de deslumbre, a pacatez animada de uma pequena cidade em pleno Verão. Por isso quem não conhece, neste caso apenas o caro atirador, que não desanime com a minha descrição… são pormenores que rapidamente obliteramos da memória assim que pisamos a areia fina da praia.
E como referi num post anterior a ilha é também um ponto de encontro e de reencontro, uma gota de terra na imensidão do deserto liquido, e quem reencontrei? A companheira faroleira Inês com quem tive o prazer de partilhar o tal churrasco de picanha a que mais ninguém quis (ou pôde) comparecer. Ao contrário do Algarve, no Porto Santo não há hipótese de fuga! É engraçado rever pessoas de quem gostamos em locais em que a pessoa parece saltar do contexto… Fui um Humilde hóspede da bela cidade do porto, recebido de braços abertos, aceite no vosso mundo. È engraçado receber alguém no meu mundo, abrir as portas a uma outra faceta que por imposições geográficas, não tive a oportunidade de partilhar convosco. A Margarida e a Inês já conhecem um pouco do meu mundo, das minhas vivências como ilhéu…Caro camarada furtivo as portas estão abertas! Quem sabe não nos juntamos todos um dia, não num farol imaginário, numa hora que não chega, mas neste salpico de terra a que chamo de casa!
Mas há coisas pelas quais vale a pena o inevitável retorno… a companhia dos amigos, uma praia de deslumbre, a pacatez animada de uma pequena cidade em pleno Verão. Por isso quem não conhece, neste caso apenas o caro atirador, que não desanime com a minha descrição… são pormenores que rapidamente obliteramos da memória assim que pisamos a areia fina da praia.
E como referi num post anterior a ilha é também um ponto de encontro e de reencontro, uma gota de terra na imensidão do deserto liquido, e quem reencontrei? A companheira faroleira Inês com quem tive o prazer de partilhar o tal churrasco de picanha a que mais ninguém quis (ou pôde) comparecer. Ao contrário do Algarve, no Porto Santo não há hipótese de fuga! É engraçado rever pessoas de quem gostamos em locais em que a pessoa parece saltar do contexto… Fui um Humilde hóspede da bela cidade do porto, recebido de braços abertos, aceite no vosso mundo. È engraçado receber alguém no meu mundo, abrir as portas a uma outra faceta que por imposições geográficas, não tive a oportunidade de partilhar convosco. A Margarida e a Inês já conhecem um pouco do meu mundo, das minhas vivências como ilhéu…Caro camarada furtivo as portas estão abertas! Quem sabe não nos juntamos todos um dia, não num farol imaginário, numa hora que não chega, mas neste salpico de terra a que chamo de casa!
1 comentário:
Atirar-me-ia de cabeça para aí... Mas só pelo prazer de te dar um abraço e beber umas coral... Não é o meu típico destino de férias... Tal como o Algarve tb n é! Enfim... Para o ano tb n dá. Já tenho planos. Sozinho, percorrer a EN 2 de carro, de uma ponta à outra do país, pelo meio do continente. Acompanhado, para Praga ou assim. Faço planos pelo prazer de os fazer, claro. Depois acaba por sair outra coisa qq! O encontro é mas é aqui no Porto, meu caro Máximo Badocha! 3 contra 1!
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